Senador Carlos Fávaro (PSD) teve alta do Hospital Albert Einstein em São Paulo, onde estava internado fazendo tratamento de saúde e, de volta à Cuiabá, fez relato dizendo que passou momentos complicados e sentiu muito medo. 

No início de maio, começou a expelir secreção com sangue. Procurou hospital e tomografia identificou nódulo escavado de 2,7 centímetros. Para investigá-lo, passou por diversos exames de sangue, marcadores moleculares, outras tomografias e até uma biopsia e não conseguiram descobrir a origem, para orientar um tratamento. Médicos decidiram fazer apenas monitoramento.

Tempos depois, voltou a ter dores e febres, retornou ao hospital e fez nova tomografia. Foi quando teve o que chama de “primeira benção”. A completa cicatrização do nódulo, sem tomar medicamentos de combate a ele.

O mal estar e os sintomas eram Covid-19. Havia 5% de vidro fosco no pulmão, sintoma da doença, e ele começou imediatamente o tratamento, que foi evoluindo até 7º dia. “Quadro piorou”, diz ele.

Sendo assim, mudou para o segundo protocolo de medicamentos, com 50% do pulmão tomado pelo coronavírus, foi transferido para UTI e somente no terceiro protocolo é que reagiu, chegando à alta.

No vídeo, ele diz ter sentido muito medo e cita familiares, que lhe dão forças, agrade preces e os profissionais da saúde que o atenderam. 

“Conheci heróis, médicos e enfermeiros, que se contaminam” no front contra a pandemia, diz o senador.

A cura da Covid-19 ele considera um segundo milagre, neste curto espaço de tempo.